A fusão entre as gigantes da música BMG e Concord foi oficialmente concluída, com a nova entidade operando sob o nome BMG. O anúncio, que se concretizou em tempo recorde após a aprovação de todos os reguladores relevantes, estabelece Bob Valentine, ex-CEO da Concord, como o novo CEO da empresa combinada.
Esta união estratégica visa consolidar a posição da nova BMG como uma força significativa no cenário global da música, com metas ambiciosas de receita e um catálogo vasto de direitos musicais.
A formação da nova empresa posiciona a BMG para um crescimento exponencial, com a Bertelsmann, empresa-mãe da BMG, detendo 67% da participação acionária, enquanto 33% pertencem a afiliadas da empresa de investimentos Great Mountain Partners.
O ex-chefe da BMG, Thomas Coesfeld, assumirá a presidência do conselho, em um movimento que precede sua já planejada promoção a CEO e presidente do conselho da Bertelsmann no início de 2027. A sede da nova BMG será em Nashville, nos Estados Unidos, com o escritório existente em Berlim funcionando como a sede europeia.
Uma nova força no cenário musical
A principal meta da entidade combinada é atingir uma receita anual de US$ 2,5 bilhões, um objetivo que, embora ainda aquém das "três grandes" gravadoras (com a Warner Music Group, a menor delas, reportando US$ 6,71 bilhões em receita anual em seu último ano fiscal completo), posiciona a nova BMG como uma potência independente e um player determinado a competir diretamente com as maiores empresas em aquisição de catálogos e direitos.






